A Morte da Rosa

Uma rosa na rua desabrochou. Às chuvas ácidas, ao barulho e à poluição resistiu. Mas quando uma criança a um homem ajuda pediu e ele tapou seus ouvidos, da rosa o sorriso sumiu e uma pétala dela caiu.

Veio a forte ventania porém bravamente ela resistiu com sua cor a alegrar o dia. Todavia um amigo contra seu amigo uma calúnia falou e da rosa outra pétala se soltou.

Contra rigoroso inverno a rosa lutou e com coragem sua vida continuou, mas ao observar que um irmão ao seu irmão durezas proferiu, da rosa outra pétala se partiu.

Veio a formiga que com forte ferroada a feriu, contudo a rosa mais uma vez resistiu. Porém ao ver que o amante à sua amada traiu, a rosa tristemente sorriu e a última pétala esmoreceu.

E a rosa, sufocada, faleceu.

Daniel Moraes Bittar
©30/01/2009

D. M. Bittar

Nascido em 11/08/1980 em Brasília. Morou a vida toda na cidade. Se formou em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Brasília e atualmente trabalha na área. Formou-se teatro na Companhia da Ilusão. Ama as artes cênicas e possui a leitura, a escrita e o teatro como principais hobbies.

4 Comentários

  1. Pinto janeiro 28 às 11:20

    Bons poemas.diria mesmo preciosos Abraço Ana Rosa Pinto

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    • D. M. Bittar janeiro 28 às 14:33

      Muito obrigado, Rosa! Fico feliz que tenha gostado. Abraço, - Daniel Bittar.

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  2. tia junho 01 às 13:06

    Lindo d sensível como sempre. Vc tem a veia poética da família. Parabéns!!!

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